21 de mar de 2009

EQUILIBRIO ENTRE O ROCK E A SONORIDADE

Manchester, Inglaterra, 1982.
Surgia uma banda que marcou época em nossas vidas. The Smiths foi a revolução quando o New Romantics estava no ápice do seu sucesso. Enquanto bandas mostravam seus clipes com cabelos enormes e coloridos, os caras de Manchester entravam em cena com roupas simples e cabelos cortados normalmente.
O vocalista e letrista Morrisey foi o homem que escolheu o nome da banda. Era como escolher aqui no Brasil "Os Silvas". A característica da simplicidade foi do nome ao visual. Smiths é o nome mais comum na Inglaterra.
The Smiths eram 4, Morrisey no microfone, fazendo performances ousadas com suas camisas entreabertas mostrando seus ombros. Johnny Marr na guitarra, Andy Rourke no baixo e Mike Joyce na bateria.
A música trazia um equilíbrio entre o rock e a suavidade da sonoridade. As letras eram fortes, com estigma de revolução e se tornou um grande sucesso. Em 1983 assinaram com uma produtora independente e a música "This Charming Man" foi ao topo das paradas. Em seguida foi a vez da canção What Difference Does It Make. A legião de fãs dos Smiths se espalhou pelo mundo.
Em 1987 The Smiths chegou ao fim. Os criadores Morresey e Johnny Marr colocaram um ponto final num ícone dos anos 80. Foram 13 álbuns que são lembrados e tocados por inúmeras bandas até hoje.
Daqui pra frente nos resta apenas lembrar ouvindo suas canções e os resultados das experiências das bandas dos tempos modernos.



beastie boys v the smiths

A música original: http://www.youtube.com/watch?v=_U5HpeA_WSo

O cover da banda TATU: http://www.youtube.com/watch?v=8eGvmB8Phk8


FONTES: Wikipedia
Youtube, Vimeo

2 comentários:

Ron Groo disse...

Sabe o mais bacana que os Smiths ensinaram?
Que você pode ser o maior fã do mundo de uma banda, mas pode ter cara propria.
Morrisey era criador e presidente do fã clube do New Yorke Dolls, e esteve presente aos shows históricos (e vazios) do Velvet Underground.
Adoro Smiths, tenho um monte de vinis deles e curiosidade. Todos os discos tem um artista na capa. De Truman Capote até Alain Delon, que aparece na capa de The Queen is Dead, na minha opinião, o melhor deles.

Alexandre Ribeiro disse...

Caro Sávio:

Acertou em cheio neste post... Os Smiths foram sensacionais !!!