5 de nov. de 2015
MANUAL DO PROPRIETÁRIO
15 de nov. de 2011
PROCEDIMENTO PARA TROCA DE ÓLEO DO VW GOL
9 de ago. de 2011
LICITAÇÕES PARA LUBRIFICANTES
Imagem: Abril.com
17 de set. de 2010
16 PERGUNTAS MAIS FREQUENTES SOBRE LUBRIFICANTE

"As dúvidas sobre a correta forma de trocar o óleo lubrificante ainda são comuns entre os reparadores automotivos. Uma substituição feita no tempo errado e na quantidade indevida pode provocar a redução da vida útil do óleo, desgaste prematuro das peças do motor, superaquecimento, entre outros problemas.
01 - Por que é importante trocar o óleo do seu carro?
Com o passar do tempo, o óleo do motor pode perder a sua viscosidade. A viscosidade faz com que o óleo permaneça por mais tempo revestindo as partes móveis que ficam em contato dentro do motor, como bielas, aneis, cilindros, bronzinas, mancais, comandos, válvulas, etc. Perdendo a viscosidade, o atrito entre as peças poderá comprometer o bom funcionamento do motor, diminuindo sua vida útil, reduzindo o desempenho, consumindo mais combustível, e ao médio ou longo prazo, provocar desgaste prematuro nos anéis, fazendo com que o motor “queime óleo”, até que o leve à retífica.
02 - Como avaliar qual tipo de óleo usar?
Seguir sempre a recomendação do Manual do Proprietário.
03 - Onde eu devo trocar o óleo?
Existem 4 premissas para a lubrificação bem feita; utilizando o lubrificante correto, na quantidade indicada, utilizando as ferramentas e dispositivos de lubrificação adequados e na troca na periodicidade recomendada. É adequado procurar locais com a estrutura necessária e com a equipe treinada tecnicamente para atender a estas premissas, que normalmente são: concessionárias, postos de serviço, super trocas, oficinas mecânicas especializadas e redes de pneus.
04 - Quais critérios se devem analisar, quando for substituir o óleo indicado no manual por um similar?
Devem obedecer às especificações do óleo recomendado do Manual do Proprietário, de acordo com a viscosidade SAE (Sociedade de Engenheiros Automotivos), e com a aditivação API (Instituto Americano de Petróleo), ACEA, ILSAC ou JASO. Todos os lubrificantes contêm as informações nos rótulos sobre homologações e especificações.
05 - Por que estamos vendo com muito mais frequência a recomendação de lubrificantes semissintéticos pelas montadoras?
Os óleos semissintéticos ou de base sintética, possuem performance superior comparada a dos óleos minerais, com custos inferiores a dos sintéticos, associando custo x benefício com a evolução da tecnologia dos motores.
06 - Quando se deve completar o nível de óleo?
Com o uso do carro, o nível do óleo baixa um pouco devido às folgas do motor e à queima parcial na câmara de combustão. Assim, enquanto não chega o momento de trocar o óleo, deve-se completar o nível gradativamente.
07 - Qual a diferença entre óleos sintéticos, semissintéticos e minerais?
O lubrificante é composto por óleos básicos e aditivos. Sua função no motor é lubrificar, evitar o contato entre as superfícies metálicas e refrigerar, independentemente de ser mineral ou sintético. A diferença está no processo de obtenção dos óleos básicos. Os óleos minerais são obtidos da separação de componentes do petróleo, sendo uma mistura de vários compostos. Os óleos sintéticos são obtidos por reação química, havendo assim maior controle em sua fabricação, permitindo a obtenção de vários tipos de cadeia molecular, com diferenças características físico-químicas e por isso são produtos mais puros.
Os óleos semissintéticos ou de base sintética, empregam mistura em proporções variáveis de básicos minerais e sintéticos, buscando reunir as melhores propriedades de cada tipo, associando a otimização de custo, uma vez que as matérias-primas sintéticas possuem custo muito elevado.
Não é recomendado misturar óleos minerais com sintéticos, principalmente de empresas diferentes. Seus óleos básicos apresentam naturezas químicas diferentes e a mistura pode comprometer o desempenho de sua aditivação, podendo gerar depósitos. Além disso, não é economicamente vantajoso, já que o óleo sintético é muito mais caro que o mineral e a mistura dos dois equivalem praticamente ao óleo mineral, sendo, portanto, um desperdício.
Uma dica interessante se refere à troca de óleo mineral por sintético. É importante trocar o filtro de óleo junto com a primeira carga de sintético e trocar esta carga no período normal de troca do veículo em função da sua utilização.
08 - Qual o nível correto do óleo no carro?
São os traços da vareta de óleo que indicam o nível. Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, o nível correto se encontra entre os dois traços e não só no traço superior. Se o óleo fica abaixo do mínimo da vareta, o motor pode ser prejudicado por falta de lubrificação. No entanto, se o óleo fica acima do máximo da vareta, haverá aumento de pressão no cárter, podendo ocorrer vazamento e até ruptura de bielas, além do óleo em excesso ser queimado na câmara de combustão sujando as velas e as válvulas, danificando também o catalisador no sistema de descarga do veículo.
09 - Quando se deve trocar o óleo do carro? Há algum sinal que o veículo apresente?
O correto é seguir rigorosamente a recomendação do Manual do Proprietário de acordo com a quilometragem, ou, geralmente após 6 meses. Alguns sinais são a perda de potência e o superaquecimento.
10 - Por que motor deve estar quente na hora de troca de óleo?
Facilita a saída das impurezas pelo dreno do Carter, pelo fato de estar menos viscoso (mais fino) e as partículas estarem dispersas em suspensão.
11 - Quanto tempo deve-se esperar para medir o nível de óleo?
É importante que se espere pelo menos 15 minutos após o motor ter sido desligado para medir o nível. Isso ocorre porque, neste tempo, o óleo vem descendo das partes mais altas do motor para o cárter e assim podemos ter a medida real do volume, mas sabe-se que dificilmente este período é respeitado nos postos de serviço.
12 - Qual a diferença entre “serviço severo” e “serviço leve”, que são termos usados pelos fabricantes de veículos quando falam em intervalos de troca?
No serviço severo os veículos trabalham com carga em centro urbano, e/ou com baixa velocidade no tráfego tipo “anda e para” e/ou por pequenas distâncias, e/ou de até seis quilômetros (grande troca de marcha) e/ou ambiente externo sujeito à contaminação por poeira. O serviço leve ocorre com o veículo sem carga, em velocidade constante na estrada por percursos longos, com boa pavimentação, e em ambiente externo não agressivo.
13 - O filtro de óleo também deve ser trocado? Quando?
Sim. O óleo, com seus aditivos detergentes e dispersantes, carrega as sujeiras que iriam se depositar no motor. Ao passar pelo filtro, as impurezas maiores ficam retidas, e as menores continuam em suspensão no óleo. Chega um momento em que o filtro, carregado de sujeira, dificulta a passagem do óleo, podendo causar falhas na lubrificação. A situação se agrava quando ocorre o bloqueio total do filtro de óleo, o que pode causar sérios danos ao motor. O período de troca do filtro de óleo também é recomendado pelo fabricante do veículo e consta do manual do proprietário. Deve ser feita a cada duas trocas de óleo. Hoje já existem fabricantes que recomendam a troca do filtro a cada troca do óleo, para que não haja mistura do óleo novo com o residual que se encontra no filtro.
14 - Quais são os perigos de se usar um óleo incorreto?
Perda da garantia da montadora, redução da vida útil do lubrificante, mau funcionamento, desgaste prematuro das peças, superaquecimento, má limpeza do sistema e consequentemente a perda do motor, entre outros.
15 - Qual é a relação entre usar combustível de um posto não muito confiável e a questão da lubrificação?
Combustíveis adulterados são danosos ao motor e implicam queima inadequada e excesso de sujeira no motor. Lubrificantes de maior performance, como semissintéticos e sintéticos poderiam resistir um pouco mais que os minerais, mas não seriam suficientes para evitar a borra em motores que rodam com combustíveis fora das suas especificações, principalmente aqueles adulterados com solventes.
16 - Por que é recomendável utilizar óleo sintético no motor do veículo?
O óleo sintético resiste mais à oxidação gerada pela temperatura, tem menos perda por evaporação, menor formação de borras e lacas e em alguns casos, atração molecular. Embora os lubrificantes sintéticos ofereçam qualidade superior, a maioria dos fabricantes de veículos ainda não diferencia os períodos de troca entre sintéticos e minerais. Existem lubrificantes sintéticos com viscosidade muito abaixo da recomenda pela Montadora para um determinado modelo. Portanto, recomendamos seguir a indicação do Manual do Proprietário."
FONTE: O MECÂNICO
25 de mai. de 2010
LUBRIFICANTES API SM

Fato esse fez com que aquela quantidade de letrinhas que ficam no rótulo dos lubrificantes deixasse de ser mais uma dificil tarefa para o cliente escolher na hora da troca de óleo o melhor lubrificante para o seu veículo.
A quatro anos a Agência Nacional do Petróleo, ANP, proibiu as produtoras de lubrificantes fabricarem óleos com classificação API SE. Norma essa para motores fabricados na década de 70.
Sobram ainda muitas classificações API: SF, ainda muito usado no mercado. Essa classificação serve para os veículos carburados, para motores até 1998 (veja o quadro da tabela API aqui). A maioria dos lubrificantes com essa norma tem viscosidade 20W50 e muitos usuários optam por essa classificação em virtude do preço, sem saber que o motor sofre com o pouco pacote de aditivo.
15 de mai. de 2009
NOVA TABELA API
Sei que é muito chato entrar num blog preferido e ver que ele ainda continua com aquela matéria que você já leu umas 3 vezes. Sei porque é assim que acontece comigo.
Bem, mas vamos adiante. O assunto hoje é sobre a nova tabela da americana API (American Petroleum Institute). A todos os profissionais da área quero dizer que esta tabela é nova e já está disponível na internet, através do site português Sintética, que considero um dos melhores endereços na língua portuguesa para pesquisas sobre assuntos derivados do Petróleo.
Na tabela abaixo está introduzido a nova classificação SM, superando assim a classificação SL. O lubrificante com aprovação SM foi projetado para fornecer maior resistência a oxidação, melhor proteção contra depósitos, melhor proteção contra o desgaste, melhor desempenho em baixa temperatura e extensão da vida útil do lubrificante.
1 de mar. de 2009
PESQUISA SOBRE LUBRIFICANTES E FLUIDOS NA INTERNET
2 de fev. de 2009
A NORMA ACEA NOS LUBRIFICANTES

Quando chega a hora de comprar um lubrificante para o motor de nosso carro sente-se até medo de olhar o que está escrito no frasco. É tanta letra e número misturado que ficamos algum tempo observando, tentando entender o que está escrito ali. Quem entende um pouco de lubrificante, geralmente lembra da norma americana API (American Petroleum Institute). Antigamente ela era a única que aparecia nos rótulos dos lubrificantes mostrando o tipo de óleo que havia sido aprovado nos testes americanos. E assim a classificação SE, SF e SJ diferenciavam-se nos motores a gasolina e álcool. Os motores diesel aparecia outra classificação: CD, CF, CG, CH. Veja em ENTENDA A SOPA DE LETRINHAS - API.
Em 1998 surgiu a ACEA (Associação dos Construtores Europeus de Automóveis). Esta associação surgiu devido a União Europeia (UE) que exigiu das montadoras índices mais baixos de descarga de dióxido de carbono (CO2) no meio ambiente. A proposta: A proposta fixa um limite médio de emissões de CO2 aplicável aos fabricantes de automóveis, a fim de atingir o objetivo médio de 130 g de CO2/km para automóveis novos matriculados na União Européia (UE). Este limite de emissões é aplicável aos automóveis de pass
eio de cada fabricante. O nível de emissões de CO2 é medido de acordo com o Regulamento (CE) n.° 715/2007 relativo à Norma Euro. O valor-limite de emissões não é aplicável a cada veículo individualmente, mas sim à média de todos os veículos concebidos por um fabricante registrado na UE num ano. A meta representa uma redução de 25% a partir de 1995 o nível dos 186 g/km e é equivalente a uma economia de combustível de 5,8 litros/100 quilômetros ou 5,25 litros/100 quilômetros para a gasolina e motores diesel, respectivamente.
As classificações:
Para os motores a gasolina usa-sa a letra A.
Para os veículos a diesel com injeção direta usa-se a letra B.
Para os veículos a diesel pesado usa-se a letra E.
Acea A1/B1 - Lubrificante destinado a motores a gasolina e diesel de baixa fricção. São as viscosidades que estão na faixa dos 5W30, 5W20, 0w30... etc.
Acea A2/B2 - Essa classificação foi excluída apartir da edição de 2007 porque pode causar danos aos motores mais novos. Porém poderá ser usado desde que o Manual do Proprietário peça.
Acea A3/B3 - Lubrificante destinado a motores gasolina e diesel de alta performance, para longos intervalos de troca ou como pedir o Manual do Proprietário.
Acea A3/B4 - Também destinado a motores de alta performance, porém superior a B3 diesel.
Acea A5/B5 - O lubrificante com esta aprovação é economizador de combustível, assim como Acea A1/B1, porém com maior capacidade de intervalos de troca. Servem para motores de alto desempenho e sua velocidade é superior aos demais. Este lubrificante pode ser impróprio para alguns tipos de motores. Nestes casos é muito importante que verifiquemos o Manual do Proprietário. Este último apresenta o menor índice de descarga de CO2 no meio ambiente.
A cada dia que passa temos que estar mais atento a tudo que nos cerca. Os veículos deixaram de ser apenas um objeto que usávamos quando íamos viajar ou saíamos nos fins de semana. Cada vez os carros estão mais presentes em nossa vida e precisamos deles para tudo. Tomar alguns cuidados na hora da troca de óleo nunca é demais. Lembre sempre de verificar o Manual do Proprietário e na hora da escolha do lubrificante verifique as suas aprovações.
Em breve estarei publicando sobre a Norma Acea para a linha diesel pesada.
FONTES: wikipedia.com
europa.eu
IMAGENS: total.com
google, wikipedia
20 de jul. de 2008
VISCOSIDADE X TEMPERATURA

Vamos entender a relação entre viscosidade e temperatura
Um lubrificante de viscosidade SAE 40 é monoviscoso. Isso quer dizer que ele apresenta somente uma viscosidade. Quando dermos a partida
Naquela época existia um grande desgaste na partida a frio, pois os lubrificantes não conseguiam proteger as peças do motor tendo apenas uma viscosidade. Como proteger as peças do motor quando ele estivesse frio?
Então criaram um lubrificante que tivesse dupla viscosidade para que ele protegesse o motor quando estivesse frio. Surgiu então o lubrificante SAE 20w40. Maior proteção ao motor na partida a frio. A viscosidade 20 tornou o lubrificante mais fluido com baixa temperatura. Nosso Fusca então passou a ter melhor desempenho. A partida tornou-se mais fácil, com menos peso ao girarmos a chave de ignição.
Com o passar dos anos as montadoras continuaram desenvolvendo motores e conseqüentemente as companhias petrolíferas acompanharam esse desenvolvimento. Hoje temos motores muito menores com muito mais potência que antigamente. As temperaturas dos motores também mudaram drasticamente. E as viscosidades foram baixando para que pudessem proteger cada vez mais os motores. Hoje temos inúmeras viscosidades recomendadas pelas montadoras. 15W50, 15W40, 10W40, 10W30, 5W30, 5W40, 0W30, 0W40, etc... Quanto mais baixa a viscosidade maior a proteção do motor. Mas lembre sempre de olhar o manual do seu carro para não perder a garantia da montadora.
21 de abr. de 2008
ENTENDA A SOPA DE LETRINHAS - API
Hoje vamos entender um pouco sobre a sopa de letrinhas que vemos nos rótulos dos lubrificantes quando entramos em um posto de gasolina e temos que fazer a difícil tarefa de colocar o óleo recomendado pela concessionária no motor do nosso carro. Atualmente o Manual do Proprietário diz que devemos colocar um lubrificante que tenha a norma ou classificação mínima API SL e Acea A3. Isso até parece fórmula de matemática, mas não é nada disso. Trata-se de duas normas diferentes. API (American Petroleum Institute) e Acea (Associação dos Construtores Europeus de Automóveis). No exemplo que dei acima sobre API SL, seria a última classificação aprovada pelas montadoras. Atualmente já existe a norma API SM, mas ainda não temos veículos rodando no Brasil que exija aprovação SM no seu manual. A American Petroleum Institute, é a principal associação comercial para a indústria de petróleo e gás natural, representando cerca de 400 empresas envolvidas na produção, refino e distribuição. Uma das suas responsabilidades é a investigação toxicológica para com o meio ambiente. A API surgiu em 1945 impondo ao mercado automobilístico sua primeira classificação. Para os carros movido a gasolina o lubrificando indicado para o motor deveria ser SA e para os carros movidos a diesel deveria-se usar uma classificação CA. A primeira letra indica o tipo de motor e a segunda letra indica o tipo de performance. Inicialmente mostraremos a performance das classificações dos motores a gasolina, álcool e gás natural.Veja abaixo a evolução das classificações:
1945 - SA
1980 - SF
1988 - SG
1993 - SH
1995 - SJ
2001 - SL
Entenda: Se você tem um Chevrolet Opala 1980 poderá colocar um lubrificante no seu motor com classificação API SF, mas também poderá colocar um lubrificante com classificação API SL, porque esta última supera a primeira. Mas se você tiver um Volkswagen Gol Geração 4 ano 2006, não poderá colocar um lubrificante com norma API SF, pois ela é muito inferior a classificação indicada pelo Manual do Proprietário que pede API SL.
Observe os quadros a seguir. Imagine que temos inúmeros problemas em um motor. Os quais aparecem em cada ponta dessa teia. Oxidação, depósito no motor, ferrugem, corrosão, desgaste, depósito no pistão e cisalhamento (quando o filme do lubrificante se rompe e provoca o contato das partes de metal).
Vemos a seguir a performance de um lubrificante cuja a classificação é SE, proibida ainda este ano pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), antigos lubrificantes com viscosidades SAE 40, 50, 30, com pouco pacote de aditivação.
A seguir veremos um lubrificante que terá melhor performance que este acima. Os lubrificantes com API SF, geralmente tem viscosidade SAE 20W50. São classificados como Multiviscosos, ou Multigrau. Isto favorece a partida a frio, onde existe a maior parte do desgaste do motor.
Em 1988 surgiu a classificação SG e em 1993 surgiu a SH. Poucas utilizadas no Brasil.
Em 1995 com a evolução dos motores injetados, alcançando temperaturas bem mais altas que os veículos carburados surgiu a classificação API SJ, usada ainda por algumas montadoras em seus manuais
No ano de 2001 surgiu uma nova classificação exigida hoje pela maioria das montadoras em seus manuais. Os novos carros devem usar a classificação mínima API SL a fim de proteger o motor de altas temperaturas fazendo que o óleo não queime, evitando assim o surgimento da borra que provoca entupimentos nas galerias. Veja o quadro abaixo a comparação de um lubrificante API SJ e SL.
Com a evolução dos novos motores foi preciso também que o lubrificante evoluisse. Além da Norma API SL, ainda existe a viscosidade que devemos nos preocupar. Esta ainda é um pouco mais complexa. Para entender sobre viscosidade clique aqui.
Fique atento na hora da troca de óleo. Não esqueça de trocar os filtros de óleo e de ar. A manutenção correta ainda é o melhor remédio para manter seu veículo em boas condições de uso. Até a próxima.
Fonte dos gráficos: Lubrizol
API: Wikipedia
16 de fev. de 2008
O GARFO E SEU SISTEMA HIDRÁULICO

e o guidão e a roda, faz com que a moto torne-se mais macia no contato com o solo. E quando se fala em moto trail é fator fundamental para que exista uma boa performance. O Garfo é um sistema hidráulico e o óleo deverá ser trocado periodicamente.Em cada um dos tubos do Garfo existem molas ajustáveis que facilitam ou restrigem o fluxo do óleo. Uma suspensão que seja macia demais (para quem toma cuidado na hora de passar em um buraco ou na hora de frear) podem ser endurecidas com um
Fonte: www.elfmoto.com
25 de nov. de 2007
OS FLUIDOS PARA FREIOS

A NORMA DOT
A norma DOT (Department of Transportation) é a mais utilizada mundialmente, sendo que a sua designação completa é FMVSS # 116 DOT. Esta norma classifica os fluidos de freio à base de poliglicóis como: DOT 3, DOT 4, DOT 5 e DOT 5.1, de acordo com:
| CATEGORIAS | Pontos de ebulição – SECO | Pontos de ebulição – UMIDO | Visc. Cinemática máx. a -40º C |
| DOT 3 | > 205º C | > 140º C | <1500> |
| DOT 4 | > 230º C | > 155º C | <1800> |
| SUPER DOT 4 | > 260º C | > 180º C | <1800> |
| DOT 5 | > 260º C | -- | <900> |
| DOT 5.1 | > 205º C | > 180º C | <900> |
► Ponto de ebulição seco – igual ao do produto novo
► Ponto de ebulição úmido – contaminado com 3,5% de água (medido após “contaminação”, ou seja, um ano de uso)
► Viscosidade máxima a -40º C
► Quanto maior o ponto de ebulição, mais eficiente é o fluído de freio.
Veja os tipos de fluídos mais utilizados
► Mineral – utilizado
► Á base de silicone (de uso restrito) – tem como vantagem comportamento neutro em presença de umidade, mas não se mistura com poliglicóis. Atende à Norma DOT 5.
► Os líquidos sintéticos são incompatíveis com os líquidos minerais LHM preconizados pela Citröen.
► Os líquidos à base de silicone DOT 5 são incompatíveis com todos os outros líquidos para freio.
Evite erros de mistura e não utilize líquidos baseando-se apenas pela cor. Siga corretamente a orientação da montadora no Manual do Proprietário.
26 de out. de 2007
LUBRIFICANTES PARA MOTOS 4 TEMPOS

A maior parte das motos 4 tempos comercializadas no Brasil possuem sistema motor e transmissão acoplados. O óleo é responsável pela lubrificação do motor e também pela lubrificação da caixa (transmissão). Muito diferente do sistema dos carros e caminhões que tem um tipo de óleo para motor e outro tipo para caixa.
Grande parte dos lubrificantes para motos que se encontram no mercado tem a viscosidade 20W50 e norma API SF. E é justamente aí que começa toda a confusão. Os lubrificantes para motos além de ter a viscosidade 20W50 e API SF, deverá conter também estampado no frasco a norma JASO MA ou JASO MB. A viscosidade 20W50 API SF existe também para carros, mas não deverá conter a norma JASO. Então não se deve usar óleo de carro em moto.
Hoje existem produtos com API superior a SG, mas são avaliados pelas montadoras fazendo testes com as embreagens.
Observe as características dos motores das motocicletas
- Grandes variações de temperatura de trabalho;
- Alta potência específica - aproximadamente 1,5 vezes maior do que a de um carro de passeio;
- Altas rotações - aproximadamente 2 vezes a de um carro;
- Reservatórios de óleo menores.
Essas características – alta temperatura com pouco volume de óleo – faz com que o regime seja considerado muito severo. Por isso às vezes tem que se trocar o óleo a cada
Principais Normas de desempenho para motos 4 tempos:
API: American Petroleum Institute
JASO: Japanese Automobile Standards Organization
API SF: Criada em 1980, especificação de serviço para motores a gasolina. Proporciona maior estabilidade a oxidação.
API SG: Criada em 1989, especificação de serviço para motores a gasolina. Proporciona maior controle de depósitos no motor e estabilidade a oxidação.
JASO MA: Alto índice de coeficiente de atrito (bom para embreagens)
JASO MB: Baixo índice de coeficiente de atrito (fraco para embreagens)
DICA:
Verifique o período de troca de óleo no manual do proprietário. Somente a montadora que define esse período, baseada em testes específicos em campo e laboratórios.
Fonte: Treinamento Infotecmkt Total Lubrificantes,
motoesporte.com.br
22 de set. de 2007
AS VISCOSIDADES DOS LUBRIFICANTES
Existem muitos tipos de lubrificantes: para motores de carros, transmissão, motores de lancha, compressores. São inúmeros os locais que necessitam de lubrificação para que haja um bom funcionamento.
Os lubrificantes para os motores de veículos, atualmente são de dupla viscosidade. Mas o que é viscosidade? A viscosidade é a propriedade dos fluidos correspondente ao transporte microscópico de quantidade de movimentodifusão molecular. Ou seja, quanto maior a viscosidade, menor a velocidade em que o fluido se movimenta (Wikipédia). Sendo assim, as viscosidades de um óleo para motor de carros variam como 20W50, 20W40, 15W40, 15W50, 10W40, 10W30, 5W40, 5W30, etc. Essa variação se dá de acordo com a temperatura do motor. Nos casos de competições como na Formula 1 os lubrificantes são elaborados para haver variações de acordo com o ambiente externo também, como a temperatura da pista, a temperatura do clima, etc.
Atualmente as montadoras seguem tecnologias que saem da Fórmula 1. Isso fez que surgisse uma nova geração de lubrificantes com tecnologias jamais vistas antigamente ao alcance de todos. Mas também foi necessário que as montadoras exigissem dos usuários dos veículos que seguissem o manual do proprietário para que não houvesse tantos problemas de motor. Hoje cada veículo tem uma medida de viscosidade e que deve ser seguida de acordo com cada manual. Por exemplo: Ford Fiesta com motor Zetec Rocam óleo com viscosidade 5W30, Volkswagen Gol Geração 3 e 4 óleo com viscosidade 10W40, Fiat com motores Fire óleo com viscosidade 15W40, etc. Essas medidas são as máximas aceitáveis. Nunca devemos aumentar a viscosidade. Podemos sim diminuir a viscosidade. Não podemos trocar o óleo de um Volkswagen Gol Geração 3 de 10W40 para 20W50 (aumento de viscosidade). Isso ocasionará uma série de problemas, inclusive consumo de combustível. Podemos sim diminuir a viscosidade, seguindo sempre a homologação da montadora, por exemplo, um óleo de viscosidade 5W40 aprovação VW 502.00, 505.00
5 de ago. de 2007
A MANUTENÇÃO DOS FILTROS

O ideal é fazer a troca como manda a montadora. Verificar o manual do proprietário. Geralmente a cada 5.000 km trocar o óleo e trocar o filtro também. Isso dá margem de segurança. Para os lubrificantes sintéticos e semi sintéticos que podem chegar a 10.000 km também deverá ser trocado o filtro toda a vez que efetuar a troca de óleo. Já existem novas tecnologias de filtros com papéis sintéticos que duram bem mais no motor que os tradicionais. Algumas montadoras já estão exigindo isso nos seus veículos. É o caso da Audi.A economia de não trocar o filtro a cada troca de óleo pode ser realmente perigoso e não vale a pena o risco que se corre.
Outro item que não devemos esquecer é o filtro de ar. Tão importante quanto o filtro de óleo. O dispositivo impede que impurezas, como poeira, fuligem e areia possam ser aspirados pelo motor. Ele deve ser trocado de acordo com a recomendação do fabricante do veículo. Nunca devemos limpar ou passar ar no papel filtrante para que as fibras que bloqueiam as impurezas não se rompam. É recomendável checar as condições do filtro antes de uma viagem para a praia. A regra segue para o filtro de combustível. Efetuar a troca do filtro de combustivel de acordo com o manual do proprietário. Pode se trocar a cada 15.000 km nos veículos com motor injetado. Já nos carburados a troca deverá ser mais seguida, a cada 8.000 km. Outro elemento que agora faz parte da maioria dos veículos que saem das montadoras é o filtro do ar condicionado, também conhecido como filtro de cabine. São de suma importância para a qualidade do ar que respiramos no interior do veículo. A troca períodica é indispensável para a boa saúde do motorista e dos passageiros.
18 de jun. de 2007
Atenção extra para os fluidos de radiadores
Em 95, o Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo, em conjunto com o Instituto Paulista da Qualidade, analisou os aditivos concentrados para radiador devido ao grande número de denúncias com relação a este produto e, das 23 marcas analisadas de acordo com os requisitos da norma americana para o produto, apenas 6 foram aprovadas em todos eles. Este resultado negativo mobilizou a ABNT no sentido de criar uma norma brasileira.
Esta nova avaliação visa verificar se os fabricantes/importadores já se adequaram a norma.
Este produto tem em sua composição básica o etilenoglicol ou o propilenoglicol que, embora possuam a mesma função, a de aumentar o ponto de ebulição da água utilizada para resfriar o motor do automóvel, evitando o seu superaquecimento, diferem pelo fato do primeiro ser tóxico e portanto, nocivo à saúde, enquanto o segundo é um produto que pode ser encontrado até mesmo em pastas de dente. Porém, não há nenhum tipo de impedimento normativo para sua utilização do etilenoglicol.
AS HOMOLOGAÇÕES
As hosmologações com aprovação de montadoras são muito importantes. Quando estampadas no rótulo do produto podem passar garantia de se estar usando um produto de confiança, aprovado pela montadora. Podemos usar como exemplo o aditivo para radiadores da Fiat, o Paraflu. Este contem a homologação Fiat 9.55523.
ALGUMAS HOMOLOGAÇÕES MAIS CONHECIDAS NO MERCADO
MERCEDES BENZ:MB325.0
MB325.2
MB325.3
VOLKSWAGEN: G11 (inorgânico – convencional – cor azul ou verde)
G12 - VW 774D (Orgânico de cor rosada ou uva)
FORD: WSS-M 97B44-C
NORMAS
ALGUMAS NORMAS MAIS CONHECIDAS NO MERCADO
ASTM D 3306 - especificação padrão para o refrigerador do motor da base do glicol de etileno para o serviço do dever do automóvel e da luz.
ASTM D 4985 - especificação padrão para o refrigerador do motor da base do glicol de etileno para o serviço resistente do motor diesel.
D15 em refrigeradores do motor - Retirada do padrão Volume 15.05, 2000 D 4656-98, especificação para o refrigerador aqueous do motor da base do glicol de etileno de Prediluted (% do mínimo de 50 volumes) para automóveis e serviço do Luz-Dever
SAE J 1034 – Norma americana (prevenção contra desgaste de metais)
BIBIOGRAFIA: www.google.com.br, www.inmetro.gov.br














