5 de nov. de 2015
MANUAL DO PROPRIETÁRIO
5 de mar. de 2011
MOBIL LANÇA LUBRIFICANTE API SN

25 de mai. de 2010
LUBRIFICANTES API SM

Fato esse fez com que aquela quantidade de letrinhas que ficam no rótulo dos lubrificantes deixasse de ser mais uma dificil tarefa para o cliente escolher na hora da troca de óleo o melhor lubrificante para o seu veículo.
A quatro anos a Agência Nacional do Petróleo, ANP, proibiu as produtoras de lubrificantes fabricarem óleos com classificação API SE. Norma essa para motores fabricados na década de 70.
Sobram ainda muitas classificações API: SF, ainda muito usado no mercado. Essa classificação serve para os veículos carburados, para motores até 1998 (veja o quadro da tabela API aqui). A maioria dos lubrificantes com essa norma tem viscosidade 20W50 e muitos usuários optam por essa classificação em virtude do preço, sem saber que o motor sofre com o pouco pacote de aditivo.
15 de mai. de 2009
NOVA TABELA API
Sei que é muito chato entrar num blog preferido e ver que ele ainda continua com aquela matéria que você já leu umas 3 vezes. Sei porque é assim que acontece comigo.
Bem, mas vamos adiante. O assunto hoje é sobre a nova tabela da americana API (American Petroleum Institute). A todos os profissionais da área quero dizer que esta tabela é nova e já está disponível na internet, através do site português Sintética, que considero um dos melhores endereços na língua portuguesa para pesquisas sobre assuntos derivados do Petróleo.
Na tabela abaixo está introduzido a nova classificação SM, superando assim a classificação SL. O lubrificante com aprovação SM foi projetado para fornecer maior resistência a oxidação, melhor proteção contra depósitos, melhor proteção contra o desgaste, melhor desempenho em baixa temperatura e extensão da vida útil do lubrificante.
1 de mar. de 2009
PESQUISA SOBRE LUBRIFICANTES E FLUIDOS NA INTERNET
13 de set. de 2008
GM ORIENTA VISCOSIDADE 5W30 API SL
21 de abr. de 2008
ENTENDA A SOPA DE LETRINHAS - API
Hoje vamos entender um pouco sobre a sopa de letrinhas que vemos nos rótulos dos lubrificantes quando entramos em um posto de gasolina e temos que fazer a difícil tarefa de colocar o óleo recomendado pela concessionária no motor do nosso carro. Atualmente o Manual do Proprietário diz que devemos colocar um lubrificante que tenha a norma ou classificação mínima API SL e Acea A3. Isso até parece fórmula de matemática, mas não é nada disso. Trata-se de duas normas diferentes. API (American Petroleum Institute) e Acea (Associação dos Construtores Europeus de Automóveis). No exemplo que dei acima sobre API SL, seria a última classificação aprovada pelas montadoras. Atualmente já existe a norma API SM, mas ainda não temos veículos rodando no Brasil que exija aprovação SM no seu manual. A American Petroleum Institute, é a principal associação comercial para a indústria de petróleo e gás natural, representando cerca de 400 empresas envolvidas na produção, refino e distribuição. Uma das suas responsabilidades é a investigação toxicológica para com o meio ambiente. A API surgiu em 1945 impondo ao mercado automobilístico sua primeira classificação. Para os carros movido a gasolina o lubrificando indicado para o motor deveria ser SA e para os carros movidos a diesel deveria-se usar uma classificação CA. A primeira letra indica o tipo de motor e a segunda letra indica o tipo de performance. Inicialmente mostraremos a performance das classificações dos motores a gasolina, álcool e gás natural.Veja abaixo a evolução das classificações:
1945 - SA
1980 - SF
1988 - SG
1993 - SH
1995 - SJ
2001 - SL
Entenda: Se você tem um Chevrolet Opala 1980 poderá colocar um lubrificante no seu motor com classificação API SF, mas também poderá colocar um lubrificante com classificação API SL, porque esta última supera a primeira. Mas se você tiver um Volkswagen Gol Geração 4 ano 2006, não poderá colocar um lubrificante com norma API SF, pois ela é muito inferior a classificação indicada pelo Manual do Proprietário que pede API SL.
Observe os quadros a seguir. Imagine que temos inúmeros problemas em um motor. Os quais aparecem em cada ponta dessa teia. Oxidação, depósito no motor, ferrugem, corrosão, desgaste, depósito no pistão e cisalhamento (quando o filme do lubrificante se rompe e provoca o contato das partes de metal).
Vemos a seguir a performance de um lubrificante cuja a classificação é SE, proibida ainda este ano pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), antigos lubrificantes com viscosidades SAE 40, 50, 30, com pouco pacote de aditivação.
A seguir veremos um lubrificante que terá melhor performance que este acima. Os lubrificantes com API SF, geralmente tem viscosidade SAE 20W50. São classificados como Multiviscosos, ou Multigrau. Isto favorece a partida a frio, onde existe a maior parte do desgaste do motor.
Em 1988 surgiu a classificação SG e em 1993 surgiu a SH. Poucas utilizadas no Brasil.
Em 1995 com a evolução dos motores injetados, alcançando temperaturas bem mais altas que os veículos carburados surgiu a classificação API SJ, usada ainda por algumas montadoras em seus manuais
No ano de 2001 surgiu uma nova classificação exigida hoje pela maioria das montadoras em seus manuais. Os novos carros devem usar a classificação mínima API SL a fim de proteger o motor de altas temperaturas fazendo que o óleo não queime, evitando assim o surgimento da borra que provoca entupimentos nas galerias. Veja o quadro abaixo a comparação de um lubrificante API SJ e SL.
Com a evolução dos novos motores foi preciso também que o lubrificante evoluisse. Além da Norma API SL, ainda existe a viscosidade que devemos nos preocupar. Esta ainda é um pouco mais complexa. Para entender sobre viscosidade clique aqui.
Fique atento na hora da troca de óleo. Não esqueça de trocar os filtros de óleo e de ar. A manutenção correta ainda é o melhor remédio para manter seu veículo em boas condições de uso. Até a próxima.
Fonte dos gráficos: Lubrizol
API: Wikipedia
26 de out. de 2007
LUBRIFICANTES PARA MOTOS 4 TEMPOS

A maior parte das motos 4 tempos comercializadas no Brasil possuem sistema motor e transmissão acoplados. O óleo é responsável pela lubrificação do motor e também pela lubrificação da caixa (transmissão). Muito diferente do sistema dos carros e caminhões que tem um tipo de óleo para motor e outro tipo para caixa.
Grande parte dos lubrificantes para motos que se encontram no mercado tem a viscosidade 20W50 e norma API SF. E é justamente aí que começa toda a confusão. Os lubrificantes para motos além de ter a viscosidade 20W50 e API SF, deverá conter também estampado no frasco a norma JASO MA ou JASO MB. A viscosidade 20W50 API SF existe também para carros, mas não deverá conter a norma JASO. Então não se deve usar óleo de carro em moto.
Hoje existem produtos com API superior a SG, mas são avaliados pelas montadoras fazendo testes com as embreagens.
Observe as características dos motores das motocicletas
- Grandes variações de temperatura de trabalho;
- Alta potência específica - aproximadamente 1,5 vezes maior do que a de um carro de passeio;
- Altas rotações - aproximadamente 2 vezes a de um carro;
- Reservatórios de óleo menores.
Essas características – alta temperatura com pouco volume de óleo – faz com que o regime seja considerado muito severo. Por isso às vezes tem que se trocar o óleo a cada
Principais Normas de desempenho para motos 4 tempos:
API: American Petroleum Institute
JASO: Japanese Automobile Standards Organization
API SF: Criada em 1980, especificação de serviço para motores a gasolina. Proporciona maior estabilidade a oxidação.
API SG: Criada em 1989, especificação de serviço para motores a gasolina. Proporciona maior controle de depósitos no motor e estabilidade a oxidação.
JASO MA: Alto índice de coeficiente de atrito (bom para embreagens)
JASO MB: Baixo índice de coeficiente de atrito (fraco para embreagens)
DICA:
Verifique o período de troca de óleo no manual do proprietário. Somente a montadora que define esse período, baseada em testes específicos em campo e laboratórios.
Fonte: Treinamento Infotecmkt Total Lubrificantes,
motoesporte.com.br
