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18 de dez. de 2018

A BORRA DE FERRUGEM NOS MOTORES VOLKSWAGEN

Olá pessoal. Estou a horas para postar sobre esse assunto e devido a inúmeras viagens de negócios, não foi possível. Mas hoje chegou o dia.
Então vamos falar sobre o problema daquela borra que parece uma ferrugem nos motores da Volkswagen.
Durante alguns dias seguidos do mês de agosto recebi alguns emails justamente perguntando-me sobre o assunto da borra.
Geralmente os motores Volkswagen, devido ao mal uso do veículo acaba aparecendo uma pasta amarelada nas mangueiras que levam o lubrificante ao motor. Se você tem um Volkswagen Gol, não pense que a culpa é toda sua ou que só você é que não sabe usar seu veículo. Isso acontece em qualquer lugar. Vou dar um exemplo. Há pouco mais de um ano, na cidade de Porto Alegre, foi me solicitado uma visita a uma empresa que alugava carros para dar uma solução a um problema já existente a algum tempo em alguns Volkswagen Gols. Era justamente a borra amarela que estava sempre fazendo alguns carros irem para a oficina. Quando cheguei na locadora de veículos, vi que os carros que estavam com problemas eram carros que estavam sendo alugados para empresas de vigilância.

Então perguntei que óleo eles estavam usando. Disseram-me que era um óleo com aprovação da Volkswagen, semi-sintético. Olhei os lubrificantes que a empresa estava usando e realmente tinha aprovação 502.00 e eram semi-sintéticos. Até aí tudo bem.
Então perguntei: - Qual era a média de velocidade que os carros andavam. Então o proprietário me respondeu. "Esses carros quase não andam, estão sempre devagar, uma média de 30 quilômetros por hora, no máximo 40". - Pronto. Era tudo o que eu queria saber. Então lhes disse que esse carro, mais do que qualquer outro precisa de velocidade, precisa que ande rápido e que faça trajetos longos para que o motor possa fazer o seu trabalho natural. O Volkswagen Gol, assim como diz a sua propagando, é um carro que deve ser usado "sem dó".



A rotação do motor deve estar de preferência sempre em alta.
É claro que um lubrificante com viscosidade mais baixa ajuda e muito. Nestes casos um 5W40 seria o ideal, mas mesmo assim teríamos problemas.
Não há mistério. É só seguir como manda o figurino. Não faça trajetos curtos demais deixando o Volkswagen Gol parado por muito tempo. Como qualquer veículo, ele precisa andar muito.
Posso falar por mim. Tive um Gol durante 3 anos de minha vida. Não tive problemas. Pelo contrário, o carro realmente é valente, econômico para a sua categoria. Independente de sua cilindrada. Faça andar sem pena.
Um dos leitores do SM chamado Emerson Gurgel enviou-me um email perguntando-me sobre esse assunto. Fomos trocando emails afim de resolver a questão do motor de seu Volkswagen Gol que era justamente essa. Ele é engenheiro e foi em busca de soluções, sem parar na minha resposta que lhe dei.
Ele deixou uma importante dica. Pedi a ele autorização para publicá-la e aí está.

"Hoje depois de agonizar e preocupar-me muito com essas gotículas de água na vareta de óleo, acho que matei a charada.
Bom, eu reparei que lá no meu trabalho chegou recente um gol G4 igual ao meu.
Perguntei ao motorista daquele carro se ele não reparava em nenhum desses itens.
Resolvemos ver a mangueira de borracha do respiro de óleo do carte, quando puxei.Tava lá a tal pasta cor de caramelo na vareta, realmente não vimos o filete branco e nem a presença de gotículas de água. Bem, foi-me sugerido passar na consecionaria, foi o que fiz.Falei com o papa em gol da oficina o Sr.Marcos, ele me fez o seguinte relato: que recebeu recente uma circular da VW, trata-se do nosso combustível que por lei deveriam colocar apenas 25% de álcool e eles colocam 50%, resultado. O álcool é hidratado e deixa uma pequena quantidade de água no óleo que espuma por reação, os vapores descem e ficam alojados na tal caixa do respiro lateral e carte, esta deve ser limpa ou trocada a cada troca de óleo. Na autorizada também vi muitos gols iguaizinhos ao meu com mesmo problema.Tirei muitas duvidas, dentre elas o novo óleo recomendado pela VW, é o Castrol Profissional 5W40 sintético e que deve ser trocado a cada 10.000Km ou seis meses.
Agora estou aliviado pois achei que era a junta do cabeçote e ai eu tava ferrado, mais como o mecânico mesmo me disse, seria improvável tal avaria pois não houve superaquecimento do motor, a luz teria acendido no painel e baixaria logo o nível de agua no reservatório, bem como, a própria água ficaria suja como óleo e vice-versa.
Bom, espero ajudar a todos os proprietários de gol, o que deveria ser feito pela própria VW que me mandou um email tipo corte e cola, dizendo para procurar a autorizada.
Tem muita gente fazendo cabeçote por ai porque não sabe disso.Eu já tava quase doido, pois ando direitinho com o meu e achava absurda a hipótese de ter queimado essa junta. Desejo sucesso e um forte abraço."

Obrigado meu amigo Emerson, também desejo muito sucesso a você e a todos os motoristas proprietários desse carro que é um grande sucesso.

15 de nov. de 2011

PROCEDIMENTO PARA TROCA DE ÓLEO DO VW GOL

Devido a inúmeros comentários e mails que recebo, quando se trata do motor do Volkswagen Gol Nova Geração, hoje eu vou publicar algumas fotos que fiz para que vocês possam entender como se deve fazer para limpar aquela borra de ferrugem que tanto incomoda os proprietários desse veículo.

Ao efetuar a troca do óleo, você poderá pedir ao trocador, ou o mecânico que faz a manutenção do seu veículo, retirar a mangueira do respiro para fazer uma limpeza interna. Isso vai ajudar na durabilidade do lubrificante e também ajudar o motor.

Mangueira do respiro retirada. Por dentro ela fica recheada de borra.

O trocador ou o mecânico deverá usar um compressor de ar para limpar a mangueira, retirando a borra de dentro da mangueira. 

A borra fica  também por dentro das galerias. 

O lubrificante se mistura com água e se torna uma pasta de cor ferruginosa. 

Coloque a tampa do óleo no motor, retire a vareta que mede o nível do lubrificante e por ali use também o compressor de ar para retirar a borra que fica nas galerias do respiro. 

Retire a tampa do motor, onde fica o Filtro de Ar. 

Limpe também a galeria superior, que fica ao lado do Corpo de Borboleta. 

Use um pano seco para evitar que mais umidade permaneça no local. 

Use uma chave de venda e cubra a ponta om o pano para efetuar a limpeza da galeria superior. 

Veja como fica a galeria superior após a limpeza. 

Depois do serviço feito, é só colocar a mangueira no local e fechar a tampa do filtro de ar. 

Com o excesso de umidade do motor, lembre de verificar a vareta do óleo. As vezes ela se apresenta muito enferrujada, podendo quebrar-se ao longo do tempo. Esteja atento para esse detalhe. 


Fotos: Sávio Machado
Apoio do Gerente Gerson e trocador Juliano. 
Local: Posto Modelo em Pelotas no Rio Grande do Sul. 




5 de mar. de 2011

MOBIL LANÇA LUBRIFICANTE API SN


Depois de passar praticamente dois meses só na correria, eis que surjo para compartilhar um pouco mais sobre o novo lubrificante que está na mídia no Brasil. Falo do lançamento do lubrificante MOBIL SUPER SINTÉTICO.

A empresa brasileira que tomou as rédias dos negócios da Exxon Mobil aqui no Brasil, a COSAN, tem feito um excelente trabalho, tanto na recuperação da marca Mobil no mercado interno, com mídias expressivas como o patrocínio da Stock Car, propagandas em canais abertos e fechados, revistas, etc... Fora isso a Cosan vem acompanhando seus distribuidores Mobil muito de perto para que eles também tenham foco na marca e possam crescer rapidamente.


Mas vamos falar do MOBIL SUPER SINTÉTICO. Com um novo pacote de aditivos aprovado pela API (American Petroleum Institute), o mais novo lubrificante do Brasil tem aprovação SN, superando SM, SL e SJ. Além da aprovação americana, ainda tem aprovação européia A3B3 e A3B4, que serve também para motores a diesel injetado.

Além disso o lubrificante apresenta a viscosidade 5W40. Que hoje é a viscosidade mais pedida no mercado brasileiro e passa a atender veículos que não tinham em seu portifólio de homologação.

Veja as principais montadoras e suas aprovações.
Opel GM-LL-B-025
MB-Approval 229.3
Volkswagen (Gasolina/Diesel) 502.00 / 505.00
Porsche A 40
Peugeot/Citroën Automobiles B71 2296
BMW Longlife Oil 01
Renault RN0700/RN000710

Parabéns ao grupo Cosan que vem evoluindo tecnologicamente a cada dia, dando oportunidade de melhores produtos a todos os motorista e pilotos do nosso Brasil a fora!




17 de set. de 2010

16 PERGUNTAS MAIS FREQUENTES SOBRE LUBRIFICANTE


Recebi por email e resolvi postar aqui no blog 16 perguntas mais frequentes que recebo via comentário ou até mesmo por email. Essas 16 perguntas foram tiradas da revista O Mecânico. Muito bem conceituada. o artigo está na íntegra para vocês. Vale a pena!

"As dúvidas sobre a correta forma de trocar o óleo lubrificante ainda são comuns entre os reparadores automotivos. Uma substituição feita no tempo errado e na quantidade indevida pode provocar a redução da vida útil do óleo, desgaste prematuro das peças do motor, superaquecimento, entre outros problemas.


01 - Por que é importante trocar o óleo do seu carro?
Com o passar do tempo, o óleo do motor pode perder a sua viscosidade. A viscosidade faz com que o óleo permaneça por mais tempo revestindo as partes móveis que ficam em contato dentro do motor, como bielas, aneis, cilindros, bronzinas, mancais, comandos, válvulas, etc. Perdendo a viscosidade, o atrito entre as peças poderá comprometer o bom funcionamento do motor, diminuindo sua vida útil, reduzindo o desempenho, consumindo mais combustível, e ao médio ou longo prazo, provocar desgaste prematuro nos anéis, fazendo com que o motor “queime óleo”, até que o leve à retífica.


02 - Como avaliar qual tipo de óleo usar?
Seguir sempre a recomendação do Manual do Proprietário.


03 - Onde eu devo trocar o óleo?
Existem 4 premissas para a lubrificação bem feita; utilizando o lubrificante correto, na quantidade indicada, utilizando as ferramentas e dispositivos de lubrificação adequados e na troca na periodicidade recomendada. É adequado procurar locais com a estrutura necessária e com a equipe treinada tecnicamente para atender a estas premissas, que normalmente são: concessionárias, postos de serviço, super trocas, oficinas mecânicas especializadas e redes de pneus.


04 - Quais critérios se devem analisar, quando for substituir o óleo indicado no manual por um similar?
Devem obedecer às especificações do óleo recomendado do Manual do Proprietário, de acordo com a viscosidade SAE (Sociedade de Engenheiros Automotivos), e com a aditivação API (Instituto Americano de Petróleo), ACEA, ILSAC ou JASO. Todos os lubrificantes contêm as informações nos rótulos sobre homologações e especificações.


05 - Por que estamos vendo com muito mais frequência a recomendação de lubrificantes semissintéticos pelas montadoras?
Os óleos semissintéticos ou de base sintética, possuem performance superior comparada a dos óleos minerais, com custos inferiores a dos sintéticos, associando custo x benefício com a evolução da tecnologia dos motores.


06 - Quando se deve completar o nível de óleo?
Com o uso do carro, o nível do óleo baixa um pouco devido às folgas do motor e à queima parcial na câmara de combustão. Assim, enquanto não chega o momento de trocar o óleo, deve-se completar o nível gradativamente.


07 - Qual a diferença entre óleos sintéticos, semissintéticos e minerais?
O lubrificante é composto por óleos básicos e aditivos. Sua função no motor é lubrificar, evitar o contato entre as superfícies metálicas e refrigerar, independentemente de ser mineral ou sintético. A diferença está no processo de obtenção dos óleos básicos. Os óleos minerais são obtidos da separação de componentes do petróleo, sendo uma mistura de vários compostos. Os óleos sintéticos são obtidos por reação química, havendo assim maior controle em sua fabricação, permitindo a obtenção de vários tipos de cadeia molecular, com diferenças características físico-químicas e por isso são produtos mais puros.
Os óleos semissintéticos ou de base sintética, empregam mistura em proporções variáveis de básicos minerais e sintéticos, buscando reunir as melhores propriedades de cada tipo, associando a otimização de custo, uma vez que as matérias-primas sintéticas possuem custo muito elevado.
Não é recomendado misturar óleos minerais com sintéticos, principalmente de empresas diferentes. Seus óleos básicos apresentam naturezas químicas diferentes e a mistura pode comprometer o desempenho de sua aditivação, podendo gerar depósitos. Além disso, não é economicamente vantajoso, já que o óleo sintético é muito mais caro que o mineral e a mistura dos dois equivalem praticamente ao óleo mineral, sendo, portanto, um desperdício.
Uma dica interessante se refere à troca de óleo mineral por sintético. É importante trocar o filtro de óleo junto com a primeira carga de sintético e trocar esta carga no período normal de troca do veículo em função da sua utilização.


08 - Qual o nível correto do óleo no carro?
São os traços da vareta de óleo que indicam o nível. Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, o nível correto se encontra entre os dois traços e não só no traço superior. Se o óleo fica abaixo do mínimo da vareta, o motor pode ser prejudicado por falta de lubrificação. No entanto, se o óleo fica acima do máximo da vareta, haverá aumento de pressão no cárter, podendo ocorrer vazamento e até ruptura de bielas, além do óleo em excesso ser queimado na câmara de combustão sujando as velas e as válvulas, danificando também o catalisador no sistema de descarga do veículo.

09 - Quando se deve trocar o óleo do carro? Há algum sinal que o veículo apresente?
O correto é seguir rigorosamente a recomendação do Manual do Proprietário de acordo com a quilometragem, ou, geralmente após 6 meses. Alguns sinais são a perda de potência e o superaquecimento.

10 - Por que motor deve estar quente na hora de troca de óleo?
Facilita a saída das impurezas pelo dreno do Carter, pelo fato de estar menos viscoso (mais fino) e as partículas estarem dispersas em suspensão.


11 - Quanto tempo deve-se esperar para medir o nível de óleo?
É importante que se espere pelo menos 15 minutos após o motor ter sido desligado para medir o nível. Isso ocorre porque, neste tempo, o óleo vem descendo das partes mais altas do motor para o cárter e assim podemos ter a medida real do volume, mas sabe-se que dificilmente este período é respeitado nos postos de serviço.


12 - Qual a diferença entre “serviço severo” e “serviço leve”, que são termos usados pelos fabricantes de veículos quando falam em intervalos de troca?
No serviço severo os veículos trabalham com carga em centro urbano, e/ou com baixa velocidade no tráfego tipo “anda e para” e/ou por pequenas distâncias, e/ou de até seis quilômetros (grande troca de marcha) e/ou ambiente externo sujeito à contaminação por poeira. O serviço leve ocorre com o veículo sem carga, em velocidade constante na estrada por percursos longos, com boa pavimentação, e em ambiente externo não agressivo.


13 - O filtro de óleo também deve ser trocado? Quando?
Sim. O óleo, com seus aditivos detergentes e dispersantes, carrega as sujeiras que iriam se depositar no motor. Ao passar pelo filtro, as impurezas maiores ficam retidas, e as menores continuam em suspensão no óleo. Chega um momento em que o filtro, carregado de sujeira, dificulta a passagem do óleo, podendo causar falhas na lubrificação. A situação se agrava quando ocorre o bloqueio total do filtro de óleo, o que pode causar sérios danos ao motor. O período de troca do filtro de óleo também é recomendado pelo fabricante do veículo e consta do manual do proprietário. Deve ser feita a cada duas trocas de óleo. Hoje já existem fabricantes que recomendam a troca do filtro a cada troca do óleo, para que não haja mistura do óleo novo com o residual que se encontra no filtro.


14 - Quais são os perigos de se usar um óleo incorreto?
Perda da garantia da montadora, redução da vida útil do lubrificante, mau funcionamento, desgaste prematuro das peças, superaquecimento, má limpeza do sistema e consequentemente a perda do motor, entre outros.


15 - Qual é a relação entre usar combustível de um posto não muito confiável e a questão da lubrificação?
Combustíveis adulterados são danosos ao motor e implicam queima inadequada e excesso de sujeira no motor. Lubrificantes de maior performance, como semissintéticos e sintéticos poderiam resistir um pouco mais que os minerais, mas não seriam suficientes para evitar a borra em motores que rodam com combustíveis fora das suas especificações, principalmente aqueles adulterados com solventes.


16 - Por que é recomendável utilizar óleo sintético no motor do veículo?
O óleo sintético resiste mais à oxidação gerada pela temperatura, tem menos perda por evaporação, menor formação de borras e lacas e em alguns casos, atração molecular. Embora os lubrificantes sintéticos ofereçam qualidade superior, a maioria dos fabricantes de veículos ainda não diferencia os períodos de troca entre sintéticos e minerais. Existem lubrificantes sintéticos com viscosidade muito abaixo da recomenda pela Montadora para um determinado modelo. Portanto, recomendamos seguir a indicação do Manual do Proprietário."


FONTE: O MECÂNICO

25 de mai. de 2010

LUBRIFICANTES API SM


Atitude no mínimo louvável da companhia Exxon Mobil no brasil ao alinhar todos os lubrificantes para motores a gasolina para a classificação API (America Petroleo Institute) SM.

Fato esse fez com que aquela quantidade de letrinhas que ficam no rótulo dos lubrificantes deixasse de ser mais uma dificil tarefa para o cliente escolher na hora da troca de óleo o melhor lubrificante para o seu veículo.


A quatro anos a Agência Nacional do Petróleo, ANP, proibiu as produtoras de lubrificantes fabricarem óleos com classificação API SE. Norma essa para motores fabricados na década de 70.

Sobram ainda muitas classificações API: SF, ainda muito usado no mercado. Essa classificação serve para os veículos carburados, para motores até 1998 (veja o quadro da tabela API aqui). A maioria dos lubrificantes com essa norma tem viscosidade 20W50 e muitos usuários optam por essa classificação em virtude do preço, sem saber que o motor sofre com o pouco pacote de aditivo.

14 de nov. de 2009

280 KM COM UM VOLKSWAGEN GOL 1000 8V

Olá pessoal. Depois de passar mais de um mês sem postar no SM devido a falta de tempo, resolvi deixar algo por aqui. Apenas um fato que vem de encontro ao recordista de comentários aqui no SAVIOMACHADO que foi publicado em setembro de 2008 com o título de A BORRA DE FERRUGEM NOS MOTORES VOLKSWAGEN. O post foi parar em outros sites e acabou virando forum por aqui. Fora a quantidade de emails que recebi com inúmeros proprietários de Gols tentando achar soluções para os seus veículos.



Mas o fato é que tive a oportunidade de fazer um trajeto de 280 km com um Volkswagen Gol 2009, motor 1000, 8 válvulas. Com saída da cidade de São Leopoldo, passando por Porto Alegre e depois pela BR 116 até chegar em Pelotas. O trajeto foi feito a noite com muita chuva. Fiz uma visita a uma empresa distribuidora de lubrificantes e saí de lá as 21 horas.



Querem saber qual foi o meu parecer quanto ao veículo? Excepcional desempenho. Apesar de ser um veículo de baixa cilindrada respondeu muito bem a inúmeras ultrapassagens. Todas bem sucedidas, sem ter que frear porque não havia força suficiente para fazê-la. O combustível foi álcool. Isso também ajudou, pois o álcool contém maior octanagem e faz com que o motor responda com maior velocidade. Além de ser um combustível bem mais limpo que a gasolina, o álcool ajuda a manter o motor longe da tão indesejada borra de ferrugem.

Hoje criei um novo marcador especial para a Volkswagen devido as inúmeras pesquisa que acabam caindo por aqui. Fica aí a dica. Sem pena do seu Volkswagen Gol.
Até a próxima.


FOTOS: Imagens Google

1 de mar. de 2009

PESQUISA SOBRE LUBRIFICANTES E FLUIDOS NA INTERNET

Para todos aqueles que acabam caindo aqui ao iniciar uma pesquisa sobre lubrificantes e fluidos no Google ou qualquer que seja o buscador da internet, criei um link para que não se sintam perdidos, com aquela sensação de "Ué!! Mas não é isso que eu estou procurando!"
Recebo muitos emails de profissionais que estão na área de lubrificantes e fluidos e procuro responder todos. Realmente é difícil alinhar tanta informação em um só produto. Mas também não é necessário que se faça uma faculdade na área. Basta um pouco de paciência e dedicação para desvendar as dúvidas que aparecem sobre o assunto. Desta forma sempre existe uma troca. Eu também aprendo com todos que deixam seus recados, sejam por comentário ou até mesmo por email. E isso nos enriquece. Da mesma forma que vocês agradecem, eu também agradeço. Obrigado.


2 de fev. de 2009

A NORMA ACEA NOS LUBRIFICANTES


Quando
chega a hora de comprar um lubrificante para o motor de nosso carro sente-se até medo de olhar o que está escrito no frasco. É tanta letra e número misturado que ficamos algum tempo observando, tentando entender o que está escrito ali. Quem entende um pouco de lubrificante, geralmente lembra da norma americana API (American Petroleum Institute). Antigamente ela era a única que aparecia nos rótulos dos lubrificantes mostrando o tipo de óleo que havia sido aprovado nos testes americanos. E assim a classificação SE, SF e SJ diferenciavam-se nos motores a gasolina e álcool. Os motores diesel aparecia outra classificação: CD, CF, CG, CH. Veja em ENTENDA A SOPA DE LETRINHAS - API.
Em 1998 surgiu a ACEA (Associação dos Construtores Europeus de Automóveis). Esta associação surgiu devido a União Europeia (UE) que exigiu das montadoras índices mais baixos de descarga de dióxido de carbono (CO2) no meio ambiente. A proposta: A proposta fixa um limite médio de emissões de CO2 aplicável aos fabricantes de automóveis, a fim de atingir o objetivo médio de 130 g de CO2/km para automóveis novos matriculados na União Européia (UE). Este limite de emissões é aplicável aos automóveis de passeio de cada fabricante. O nível de emissões de CO2 é medido de acordo com o Regulamento (CE) n.° 715/2007 relativo à Norma Euro. O valor-limite de emissões não é aplicável a cada veículo individualmente, mas sim à média de todos os veículos concebidos por um fabricante registrado na UE num ano. A meta representa uma redução de 25% a partir de 1995 o nível dos 186 g/km e é equivalente a uma economia de combustível de 5,8 litros/100 quilômetros ou 5,25 litros/100 quilômetros para a gasolina e motores diesel, respectivamente.

Veja o quadro abaixo:



As classificações:
Para os motores a gasolina usa-sa a letra A.

Para os veículos a diesel com injeção direta usa-se a letra B.
Para os veículos a diesel pesado usa-se a letra E.

Acea A1/B1 - Lubrificante destinado a motores a gasolina e diesel de baixa fricção. São as viscosidades que estão na faixa dos 5W30, 5W20, 0w30... etc.

Acea A2/B2
- Essa classificação foi excluída apartir da edição de 2007 porque pode causar danos aos motores mais novos. Porém poderá ser usado desde que o Manual do Proprietário peça.


Acea A3/B3 - Lubrificante destinado a motores gasolina e diesel de alta performance, para longos intervalos de troca ou como pedir o Manual do Proprietário.

Acea A3/B4
- Também destinado a motores de alta performance, porém superior a B3 diesel.


Acea A5/B5
- O lubrificante com esta aprovação é economizador de combustível, assim como Acea A1/B1, porém com maior capacidade de intervalos de troca. Servem para motores de alto desempenho e sua velocidade é superior aos demais. Este lubrificante pode ser impróprio para alguns tipos de motores. Nestes casos é muito importante que verifiquemos o Manual do Proprietário. Este último apresenta o menor índice de descarga de CO2 no meio ambiente.


A cada dia que passa temos que estar mais atento a tudo que nos cerca. Os veículos deixaram de ser apenas um objeto que usávamos quando íamos viajar ou saíamos nos fins de semana. Cada vez os carros estão mais presentes em nossa vida e precisamos deles para tudo. Tomar alguns cuidados na hora da troca de óleo nunca é demais. Lembre sempre de verificar o Manual do Proprietário e na hora da escolha do lubrificante verifique as suas aprovações.

Em breve estarei publicando sobre a Norma Acea para a linha diesel pesada.


FONTES: wikipedia.com
europa.eu
IMAGENS
: total.com
google, wikipedia


20 de out. de 2008

DE OLHO NA TROCA DE ÓLEO DA CONCESSIONÁRIA


Nessas minhas viagens que costumo fazer me deparei com um cliente indignado com o trabalho de uma concessionária. Havia comprado um carro zero quilômetro e estava indo à concessionária pela primeira vez. Foi fazer a troca de óleo e viu que a viscosidade que haviam colocado na oficina da concessionária não era a mesma que estava no manual.
A viscosidade do carro aqui comentado é 10w30 e a viscosidade que colocaram em seu carro foi 15W50.
Nessas horas, independente de ser concessionária ou não, exija a viscosidade padrão do manual. Seu carro vai aceitar qualquer tipo de lubrificante no motor. Mas exija a viscosidade que consta no Manual do Proprietário.
O caso é que algumas montadoras fecham parcerias com empresas fornecedoras de lubrificantes que as vezes não tem nem a viscosidade original do veículo que o proprietário compra. Realmente isso é uma vergonha e um desrespeito com o consumidor.
Fique de olho!

21 de set. de 2008

LUBRIFICANTES PARA OS MOTORES VOLSKWAGEN

Caso você tenha um Volkswagen e não entende muito que tipo de óleo deve usar em seu motor ou é do tipo que pensa que "óleo é tudo a mesma coisa", aqui vai um quadro que mostra a especificação que a montadora alemã exige para o seus motores.
Quando se compra um automóvel, é necessário que leiamos o Manual do Proprietário. A primeira manutenção que devemos fazer após a saída da concessionária ou de uma loja de carros é fazer a troca de óleo. Então esteja atento!



As especificações da montadora, geralmente estão nos frascos dos lubrificantes.
Sempre que você for fazer a troca do óleo do Volkswagen veja se tem aprovação VW respectiva ao seu motor. Fazendo isso, além de proteger o seu motor de lubrificantes de má qualidade você ainda estará seguindo as normas da montadora, tornando assim o seu motor seguro da garantia que a montadora alemã estende aos seus clientes.

Fonte: Volkswagen do Brasil

13 de set. de 2008

GM ORIENTA VISCOSIDADE 5W30 API SL

A GM do Brasil, preocupada com as inúmeras reclamações sobre o desempenho de seus motores na partida a frio, enviou para suas concessionárias um documento para o setor de Pós-Vendas, informando o lubrificante que deveria ser usado nos veículos Celta, Prisma, Classic, Corsa, Montana, Meriva, Astra, Zafira, Vectra e S10/Blazer. Trata-se da viscosidade 5W30. No documento consta que o lubrificante 5W30 API SL (norma americana), "o motor gira mais livre e a partida fica mais rápida e fácil. Sua utilização além de auxiliar muito a partida a frio, reduz ligeiramente o consumo de combustível e proporciona o maior rendimento possível do motor". Excelente orientação. A viscosidade 5W30 realmente proporciona economia de combustível e proporcionando economia de combustível, protege o meio ambiente.