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5 de mar. de 2011

MOBIL LANÇA LUBRIFICANTE API SN


Depois de passar praticamente dois meses só na correria, eis que surjo para compartilhar um pouco mais sobre o novo lubrificante que está na mídia no Brasil. Falo do lançamento do lubrificante MOBIL SUPER SINTÉTICO.

A empresa brasileira que tomou as rédias dos negócios da Exxon Mobil aqui no Brasil, a COSAN, tem feito um excelente trabalho, tanto na recuperação da marca Mobil no mercado interno, com mídias expressivas como o patrocínio da Stock Car, propagandas em canais abertos e fechados, revistas, etc... Fora isso a Cosan vem acompanhando seus distribuidores Mobil muito de perto para que eles também tenham foco na marca e possam crescer rapidamente.


Mas vamos falar do MOBIL SUPER SINTÉTICO. Com um novo pacote de aditivos aprovado pela API (American Petroleum Institute), o mais novo lubrificante do Brasil tem aprovação SN, superando SM, SL e SJ. Além da aprovação americana, ainda tem aprovação européia A3B3 e A3B4, que serve também para motores a diesel injetado.

Além disso o lubrificante apresenta a viscosidade 5W40. Que hoje é a viscosidade mais pedida no mercado brasileiro e passa a atender veículos que não tinham em seu portifólio de homologação.

Veja as principais montadoras e suas aprovações.
Opel GM-LL-B-025
MB-Approval 229.3
Volkswagen (Gasolina/Diesel) 502.00 / 505.00
Porsche A 40
Peugeot/Citroën Automobiles B71 2296
BMW Longlife Oil 01
Renault RN0700/RN000710

Parabéns ao grupo Cosan que vem evoluindo tecnologicamente a cada dia, dando oportunidade de melhores produtos a todos os motorista e pilotos do nosso Brasil a fora!




1 de mar. de 2009

PESQUISA SOBRE LUBRIFICANTES E FLUIDOS NA INTERNET

Para todos aqueles que acabam caindo aqui ao iniciar uma pesquisa sobre lubrificantes e fluidos no Google ou qualquer que seja o buscador da internet, criei um link para que não se sintam perdidos, com aquela sensação de "Ué!! Mas não é isso que eu estou procurando!"
Recebo muitos emails de profissionais que estão na área de lubrificantes e fluidos e procuro responder todos. Realmente é difícil alinhar tanta informação em um só produto. Mas também não é necessário que se faça uma faculdade na área. Basta um pouco de paciência e dedicação para desvendar as dúvidas que aparecem sobre o assunto. Desta forma sempre existe uma troca. Eu também aprendo com todos que deixam seus recados, sejam por comentário ou até mesmo por email. E isso nos enriquece. Da mesma forma que vocês agradecem, eu também agradeço. Obrigado.


2 de fev. de 2009

A NORMA ACEA NOS LUBRIFICANTES


Quando
chega a hora de comprar um lubrificante para o motor de nosso carro sente-se até medo de olhar o que está escrito no frasco. É tanta letra e número misturado que ficamos algum tempo observando, tentando entender o que está escrito ali. Quem entende um pouco de lubrificante, geralmente lembra da norma americana API (American Petroleum Institute). Antigamente ela era a única que aparecia nos rótulos dos lubrificantes mostrando o tipo de óleo que havia sido aprovado nos testes americanos. E assim a classificação SE, SF e SJ diferenciavam-se nos motores a gasolina e álcool. Os motores diesel aparecia outra classificação: CD, CF, CG, CH. Veja em ENTENDA A SOPA DE LETRINHAS - API.
Em 1998 surgiu a ACEA (Associação dos Construtores Europeus de Automóveis). Esta associação surgiu devido a União Europeia (UE) que exigiu das montadoras índices mais baixos de descarga de dióxido de carbono (CO2) no meio ambiente. A proposta: A proposta fixa um limite médio de emissões de CO2 aplicável aos fabricantes de automóveis, a fim de atingir o objetivo médio de 130 g de CO2/km para automóveis novos matriculados na União Européia (UE). Este limite de emissões é aplicável aos automóveis de passeio de cada fabricante. O nível de emissões de CO2 é medido de acordo com o Regulamento (CE) n.° 715/2007 relativo à Norma Euro. O valor-limite de emissões não é aplicável a cada veículo individualmente, mas sim à média de todos os veículos concebidos por um fabricante registrado na UE num ano. A meta representa uma redução de 25% a partir de 1995 o nível dos 186 g/km e é equivalente a uma economia de combustível de 5,8 litros/100 quilômetros ou 5,25 litros/100 quilômetros para a gasolina e motores diesel, respectivamente.

Veja o quadro abaixo:



As classificações:
Para os motores a gasolina usa-sa a letra A.

Para os veículos a diesel com injeção direta usa-se a letra B.
Para os veículos a diesel pesado usa-se a letra E.

Acea A1/B1 - Lubrificante destinado a motores a gasolina e diesel de baixa fricção. São as viscosidades que estão na faixa dos 5W30, 5W20, 0w30... etc.

Acea A2/B2
- Essa classificação foi excluída apartir da edição de 2007 porque pode causar danos aos motores mais novos. Porém poderá ser usado desde que o Manual do Proprietário peça.


Acea A3/B3 - Lubrificante destinado a motores gasolina e diesel de alta performance, para longos intervalos de troca ou como pedir o Manual do Proprietário.

Acea A3/B4
- Também destinado a motores de alta performance, porém superior a B3 diesel.


Acea A5/B5
- O lubrificante com esta aprovação é economizador de combustível, assim como Acea A1/B1, porém com maior capacidade de intervalos de troca. Servem para motores de alto desempenho e sua velocidade é superior aos demais. Este lubrificante pode ser impróprio para alguns tipos de motores. Nestes casos é muito importante que verifiquemos o Manual do Proprietário. Este último apresenta o menor índice de descarga de CO2 no meio ambiente.


A cada dia que passa temos que estar mais atento a tudo que nos cerca. Os veículos deixaram de ser apenas um objeto que usávamos quando íamos viajar ou saíamos nos fins de semana. Cada vez os carros estão mais presentes em nossa vida e precisamos deles para tudo. Tomar alguns cuidados na hora da troca de óleo nunca é demais. Lembre sempre de verificar o Manual do Proprietário e na hora da escolha do lubrificante verifique as suas aprovações.

Em breve estarei publicando sobre a Norma Acea para a linha diesel pesada.


FONTES: wikipedia.com
europa.eu
IMAGENS
: total.com
google, wikipedia


31 de jan. de 2009

DESAFIOS DA ACEA NAS MÃOS DE CARLOS GHOSN

A ACEA (Associação Europeia de Construtores de Automóveis) enfrenta, assim como muitas empresas do mundo um grande desafio: Alcançar suas metas para a diminuição dos níveis de CO2 ao meio ambiente e conseguir dinheiro para financiar suas pesquisas. Foram 40 milhões deu euros pedidos a Comissão Europeia (CE).
O novo presidente da ACEA eleito em dezembro de 2008, o brasileiro Carlos Ghosn, presidente da Renault e Nissan reuniu-se com o presidente da Comunidade Européia, Durão Barroso e apresentou propostas na tentativa de diminuir os grandes problemas que as montadoras vem enfrentando.
"A indústria automobilística mundial está enfrentando dois desafios significativos: Um grave colapso financeiro geminada com uma recessão econômica, e uma importante transição para baixas emissões de CO2 dos veículos. Neste contexto, um diálogo eficaz com as instituições da União Européia e os governos é mais importante do que nunca", disse Carlos Ghosn, sobre as prioridades do seu mandato.


FONTE: atzonline.com
iconocast.com
Imagem: Blogauto.com.br